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29/03/2018

A sociedade está em constante adaptação, transformando-se conforme as necessidades humanas e as inovações científicas e sociais. Desta maneira, surgem novos estilos de vida, que se diferenciam desde a alimentação até moradias. Torna-se cada vez mais comum encontrar pessoas morando em motorhomes, paisagens paradisíacas isoladas, apartamentos compactos e, também, em contêineres.

 

Os contêineres são mundialmente conhecidos por seu uso para o transporte de cargas pesadas em navios. Porém, nos últimos anos, ganharam espaço nas grandes cidades sendo utilizados como restaurantes, lojas e, mais recentemente, moradias sustentáveis.

 

O contêiner já foi tabu, entretanto aparece como uma solução ecológica e econômica. Além de serem reutilizados, ganhando vida nova, também significam uma diminuição em gastos de residência. Segundo pesquisa realizada pelo Container Box, a opção pode significar uma diminuição de 20% à 25% nos custos em relação à construção de uma casa de alvenaria.

 

A sustentabilidade das moradias alternativas está também nas obras. Por não necessitarem de materiais de construção, são consideradas obras limpas: sem desperdício, com menos resíduos e sem gasto de recursos naturais.

 

O principal ponto negativo na vida em contêineres se dá pelo tamanho reduzido, dependendo da necessidade pessoal. Além disso, os contêineres não tem fácil manuseio, ou seja, o projeto precisa ser muito bem pensado para que não necessite de alterações futuras.

 

É essencial lembrar ainda que apesar de ser uma moradia alternativa, o contêiner precisa ter registro imobiliário. O projeto precisa de aprovação e, de um terreno liberado para ser instalado.

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